terça-feira, 7 de junho de 2011

Tolice doentia

Um sorriso doce, um brilho nos olhos, a felicidade dita em cada palavra. Uma mentira. Uma decisão equivocada. Uma marca, a nova palavra em seu vocabulário. Seu quarto era… sua casa. Onde as lágrimas escorriam. Onde poderia estancar o sangue, que pingava e assim, sujava as suas roupas. Um ambiente desagradável para ela. - Não vou conseguir - Se questionava, dia após dia. Era incapaz de acreditar na sua recuperação, no momento em que fosse sair daquele pesadelo. Quem sabe o pior deles. Era um poço interminável de decepções e de palavras ditas da boca pra fora. Até seu “bom dia” tinha uma ponta de descontentamento. Mas quem percebia? Quem se importava? Se cortar era uma tolice de sua parte. E Chorar, desnecessário. (Super-man)

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